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Português é a segunda língua mais “falada” no Twitter

quarta-feira, 23 de setembro de 2009


Os pesquisadores do Web Ecology Project fizeram um teste para saber quais as línguas mais “faladas” no Twitter. O português ficou em segundo lugar, perdendo apenas para o inglês, claro. A terceira, no entanto, não foi identificada pelo software (?).
De acordo com Jon Beilin, a pesquisa foi feita por meio de um módulo de linguagem de programação Phyton, usando o sistema de detecção de idiomas do Google. Foram analisados 1 milhão de tweets.
Essa não é a primeira que o Web Ecology divulga relatórios sobre o microblog. Numa outra pesquisa, o site divulgou uma lista de usuários mais influentes. Outra descoberta deles é que o site Mashable é o mais influente no Twitter, ultrapassando até a poderosa CNN.
Foram eles que também criaram o sistema de dector de tristeza no microblog, logo após a morte de Michael Jackson. Legal, não?
Fonte: Virgula

Postado por Pedrinho às 04:59 0 comentários

‘Não confie no Twitter’, diz principal crítico da web 2.0

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Inglês Andrew Keen participa de debate na Bienal do Rio nesta sexta (11).
Escritor fala ao G1 sobre pirataria, conteúdo livre e pede dicas aos leitores.

“Eu não acho que as pessoas deveriam usar o Twitter como fonte de notícias. Recentemente eu escrevi de brincadeira no Twitter que a Microsoft havia comprado o Twitter, e de repente todo mundo estava falando da suposta venda”. Grande usuário do serviço de microblogging, o jornalista e escritor inglês Andrew Keen não poupa nem a febre mais recente do mundo on-line de suas críticas.

Autor do livro “O culto ao amador”, Keen é um dos críticos mais ferozes da chamada web 2.0 – ou seja, dos sites que se baseiam em conteúdos gerados pelos usuários. Sua tese principal é de que a “democratização” da internet estaria minando a qualidade da informação disponível na rede, substituindo produtos culturais (notícias, filmes, músicas) de alta qualidade por conteúdo “pobre” criado pelos usuários comuns.

“Nunca disse que não deveríamos usar a internet – eu a uso como qualquer um. O Twitter é uma forma pública do e-mail, é uma boa maneira de ‘pensar em voz alta’, mas não publicaria nada com alguma seriedade ali”, explica o escritor em entrevista por telefone ao G1. Keen está no Rio de Janeiro, e participa de um debate às 17h desta sexta-feira (11) na Bienal do Livro.

“Isso (a brincadeira que virou ‘notícia’) reflete o fato de o Twitter não ser ‘mediado’, e é por isso que não se deve acreditar no que se lê ali. Quando acontece algo no mundo, as pessoas procuram fontes confiáveis de notícias, pode ser a CNN, a BBC ou o 'New York Times', ou talvez algum blog. As pessoas sempre pensam em substitutos, o que vai substituir o quê. O Twitter não vai substituir nada. É um site diferente, é bom, é divertido, provavelmente tem um futuro, mas certamente não é o futuro da imprensa”, explica.

O próprio conceito de web 2.0 está caindo em desuso, e muitos especialistas em internet têm deixado de usar a expressão – Keen é um deles. “Existia a ilusão de que sites com conteúdo gerado pelos usuários conseguiriam criar um substituto econômico viável através de anúncios, mas isso não aconteceu. O YouTube agora tenta exibir filmes tradicionais, como o site NetFlix, ao invés de vídeos gerados pelos usuários. A Wikipédia recentemente decidiu usar mais fontes editoriais. A ‘revolução radical’ do conceito de conteúdo gerado pelos usuários acabou, não deu certo”.

Ele diz que o modelo “mais atraente” para a internet nos últimos tempos é o de “web em tempo real” – conteúdo gerado e transmitido ao vivo, como é o caso do Twitter. “É sobre isso que todo mundo está falando, investidores, especialistas. Se você for a um encontro de investidores e falar sobre web 2.0 provavelmente vão te expulsar da sala”.

Fonte: G1

Postado por Pedrinho às 09:54 0 comentários

Saiba como reconhecer perfis falsos no Twitter

segunda-feira, 17 de agosto de 2009


Com a popularização no Twitter -- e adesão de diversas celebridades ao site -- pode ficar difícil identificar se determinada conta foi mesmo criada pela pessoa que aparece na foto do perfil. Na semana passada, essa dúvida ganhou força, quando o Ministério Público pediu uma investigação para descobrir se Suzane von Richthofen havia mesmo criado um perfil no site. Ela está presa em Tremembé após condenação pela morte dos pais, em 2002. No caso de Suzane, o promotor Paulo de Palma citou dois pontos que poderiam indicar a falsidade do perfil: erros de português, que, segundo ele, a ex-estudante de direito não cometeria, e a divulgação de informações que não correspondem à verdade (como o dia em que a jovem se encontrou com seus advogados). Pistas desse tipo podem ajudar a revelar a verdadeira natureza do perfil, no caso de celebridades e também de anônimos. Confira abaixo cinco dicas úteis para não se enganar em meio aos "tweets" do microblog.

1 – Selo de autenticidade


Com o objetivo de boicotar impostores, o Twitter criou uma espécie de selo de autenticidade para os perfis de pessoas e entidades famosas – esse “carimbo” só é dado depois que a empresa confirma a identidade. Por enquanto, essa alternativa só está disponível para pessoas bem conhecidas: celebridades e atletas, por exemplo.

Fonte: G1

Postado por Pedrinho às 05:28 0 comentários

Vírus se espalha pelo Twitter

sexta-feira, 7 de agosto de 2009


Twitter adotou medida para bloquear links maliciosos, sem sucesso. Ataques nesta quinta-feira (6) também atingiram Google e Facebook.


Um ataque de negação de serviço (“DDoS”) derrubou o Twitter por pelo menos duas horas nesta quinta-feira (6). O Facebook, o LiveJournal e alguns serviços do Google também foram atacados e tiveram problemas de estabilidade.

Segundo especialistas, a fonte dos ataques ainda é desconhecida e não é possível afirmar que eles têm alguma relação entre si - além de terem ocorrido no mesmo dia. Em meio aos problemas de acesso, uma nova versão do vírus Koobface passou a se espalhar no Twitter.

O Twitter informou, em seu blog de status, que o site voltou a funcionar por volta das 12h15 desta quinta-feira (6). No entanto, a página -- que ficou oficialmente fora do ar por mais de uma hora -- continuava inacessível para muitos internautas de todo o mundo ao longo do dia. A empresa informava que os usuários deviam enfrentar lentidão enquanto o serviço não fosse totalmente estabilizado.


Depois do Twitter, foi a vez de o Facebook confirmar um ataque aos seus servidores. A rede social mais popular do mundo afirmou na quinta-feira que também foi alvo de hackers, que derrubaram o site por um ataque de “negação de serviço”.

Um porta-voz do Google afirmou que alguns serviços da empresa foram alvo de ataques semelhantes, mas que o Google.com e o Gmail não sofreram qualquer impacto. "Estamos em contato com algumas companhias afetadas para ajudar a investigar esses ataques", disse o porta-voz ao "The Guardian".


Nesta semana, apesar de não ter anunciado oficialmente, o Twitter começou a bloquear a postagem de links maliciosos. A iniciativa foi descoberta acidentalmente por Mikko Hyppönen, diretor de pesquisas da fabricante finlandesa de antivírus F-Secure. No entanto, a medida não foi suficiente para impedir o vírus Koobface de circular no serviço de microblog.
Hyppönen descobriu o bloqueio ao tentar alertar a respeito de um site falso em sua conta no Twitter. Ao postar o link, ele recebeu uma mensagem de erro informando que “o tweet contém uma URL de um site reconhecido como malicioso”.

Apesar da medida, uma nova variante do vírus Koobface começou a se espalhar no serviço de microblog com a mensagem “My home video :)”, seguida do link que leva à praga digital. O Koobface (cujo nome é um anagrama de “Facebook”) é um vírus especializado em redes sociais. Os links disseminados no Twitter, quando acessados, levam a uma página falsa cuja aparência é clonada do Facebook. Seguindo o tema “vídeo” da mensagem usada no Twitter, o site malicioso informa que é preciso atualizar o plugin do Flash Player para visualizar o conteúdo multimídia. O arquivo oferecido para download é o vírus e não o verdadeiro plugin. Segundo a Kaspersky Labs, o vírus instala no computador da vítima um antivírus fraudulento que promete “limpar” o sistema caso o usuário compre o programa.


Em uma breve análise publicada na terça-feira (4), a empresa de segurança norte-americana Sunbelt Software chamou o bloqueio de links realizado pelo Twitter de “um trabalho em andamento”. Embora o Twitter esteja usando um serviço do Google conhecido como Safebrowsing API, o banco de dados da StopBadware, que é parceira do Google no combate aos resultados maliciosos nas pesquisas e contém cerca de 400 mil sites em seu acervo, não está sendo usado pelo Twitter. A Sunbelt também informou que links sem “www” no início ou com o prefixo “http://” não estão sendo filtrados, mesmo quando presentes na lista de sites bloqueados. Caso a URL seja encurtada, ela é apenas verificada se o serviço usado for o bit.ly. Endereços do TinyURL não são verificados. Os links maliciosos da nova versão do Koobface são encurtados pelo bit.ly, que é, segundo a Sunbelt, verificado pelo Twitter. Mesmo assim, eles não foram bloqueados. De acordo com a Kaspersky Labs, existem pelo menos 100 endereços IP únicos disseminando a praga, o que dificulta a realização de um bloqueio.


Fonte: G1

Postado por Pedrinho às 09:42 0 comentários

Site publica informações sigilosas 'hackeadas' do Twitter

quinta-feira, 16 de julho de 2009

'TechCrunch' diz ter recebido os documentos de um hacker. Dados abordam projeção de lucros e número de usuários.

O site de notícias tecnológicas "TechCrunch" publicou documentos internos sigilosos pertences ao Twitter, entre os quais projeções financeiras, oferecendo um raro vislumbre sobre o popular serviço de microblogs. O Twitter tem uma meta de receita de US$ 140 milhões para o final de 2010, com a expectativa de que registre suas primeiras receitas --modestos US$ 400 mil-- no terceiro trimestre deste ano, de acordo com um documento publicado que o "TechCrunch" diz ter sido enviado ao site por um hacker. Datado de fevereiro, o documento traz o título "Projeção Financeira", e delineia a maneira pela qual o Twitter pretende atingir os US$ 4 milhões em receita até o quarto trimestre e manter reservas de caixa de US$ 45 milhões no banco. Pelo final de 2013, o Twitter espera contar com 1 bilhão de usuários, receita de US$ 1,54 bilhão, ter 5,2 mil funcionários e obter lucro líquido de US$ 111 milhões, de acordo com o TechCrunch. O site, que diz ter negociado a publicação das informações com o Twitter, acrescentou em sua reportagem que o documento era extraoficial e "certamente já não é mais acurado".


O Twitter não comentou de imediato sobre as projeções. O documento publicado pelo "TechCrunch" não ofereceu detalhes sobre a maneira pela qual o Twitter planejava gerar essa receita. "Estamos em contato com nossos assessores jurídicos quanto ao que esse roubo significa para o Twitter, o hacker e quem quer que aceite e subsequentemente distribua ou publique esses documentos roubados", afirmou o Twitter em um post oficial em seu blog. O TechCrunch havia informado mais cedo na quarta-feira que um hacker anônimo havia conseguido "fácil acesso" a centenas de informações internas do Twitter -de senhas a atas de reuniões- e encaminhado os dados ao site noticioso. O TechCrunch publicou inicialmente um único documento, que discutia um possível reality show para a televisão. Horas depois que o documento foi publicado, centenas de leitores já haviam criticado o site pela decisão. Michael Arrington, fundador e co-editor do TechCrunch, defendeu seu direito de publicar o material, declarando que o site trataria com cautela material como registros de pessoal.

Postado por Pedrinho às 20:03 0 comentários