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Encontrado vivo bebê tirado de útero de grávida assassinada

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Polícia dos EUA prende mulher que estava com a menina, que tem 'bom estado de saúde

A polícia de Worcester, no Estado americano de Massachusetts, anunciou ter encontrado vivo o bebê que tinha sido tirado do útero da mãe assassinada.
Segundo o sargento Kerry Hazelhurst, o estado de saúde da menina é "razoavelmente bom".
Os policiais prenderam a mulher, Julie Corey, de 35 anos, que estava com o bebê em um abrigo da cidade de Plymouth, no Estado vizinho de New Hampshire.
Segundo o jornal Union Leader, os funcionários do abrigo suspeitaram de seu comportamento e alertaram a polícia.
Ela estava inicialmente acompanhada por um homem, que foi interrogado pela polícia mas não foi indiciado.

Amiga
Corey era amiga da mãe do bebê, Darlene Haynes, de 23 anos, encontrada morta na segunda-feira, enrolada em lençóis e dentro de um armário em seu apartamento, em Worcester, depois que os vizinhos reclamaram ao proprietário de um forte mau cheiro.
A autópsia revelou que ela estava grávida de oito meses e que sofreu ferimentos na cabeça, mas ainda não se sabe a exata causa da morte.
A última vez em que Darlene foi vista foi na última quinta-feira, quando ela deixou sua filha de 1 ano e nove meses na casa de um ex-namorado.
Na mesma noite, ela mandou uma mensagem pelo celular a uma amiga dizendo que estava em sua casa, bebendo na companhia de outra amiga.
O jornal Boston Herald informou que Darlene era ainda mãe de duas meninas, de 4 e 3 anos, que moravam com a bisavó.

Fonte: G1

Postado por Pedrinho às 05:02 0 comentários

Crime na Itália: tribunal ouve últimas testemunhas de defesa

sexta-feira, 17 de julho de 2009

A americana Amanda Knox sorri antes do início de sessão de seu julgamento em Perugia
Oito testemunhas de defesa são esperadas para depor entre o hoje e amanhã no julgamento da americana Amanda Knox e do italiano Raffaele Sollecito. Os dois são acusados de matar a estudante britânica Meredith Kercher, encontrada seminua com um corte no pescoço na casa que dividia com Amanda, em novembro de 2007.
A promotoria acredita que a vítima foi assassinada em um jogo sexual com a participação de Amanda e Sollecito. A principal prova apresentada até agora é uma faca, encontrada na casa do rapaz, com traços do DNA de Meredith na lâmina e do de Amanda no cabo.
A defesa, no entanto, alega que "a prova" pode ter sido contaminada. Além disso, Carlo Torre, professor da Universidade de Turim e responsável pelo laboratório de ciência criminalística da instituição, declarou em seu depoimento que o corte no pescoço da vítima era incompatível com a faca encontrada na casa do acusado.
Os próximos depoimentos devem ser focados em outra suposta prova. A promotoria sustenta que foram encontradas amostras do DNA de Sollecito no fecho do sutiã usado por Meredith. Entre as testemunhas ouvidas nestes dois dias devem estar peritos forenses e uma tia de Amanda que mora na Alemanha.
O julgamento do casal começou em janeiro e mais de 80 testemunhas de acusação foram ouvidas até maio. A defesa reuniu menos da metade de depoentes e alguns não apareceram. Após a audiência de amanhã, o tribunal só deve retomar o caso em setembro, mas acredita-se que a sentença não saia até 2 de novembro, quando a morte de Meredith completa dois anos.
"Fotos macabras"No início da semana, o advogado da família Kercher descreveu como "macabras" as fotos em frente à casa onde Meredith foi assassinada tiradas por Deanne e Ashley Knox, irmãs de Amanda, para uma revista italiana.
A publicação entrevistou as duas e a mãe da acusada, Edda Mellas, 47 anos, que garantiram ter certeza de que, ao final do julgamento, Amanda voltará para casa, em Seattle, com elas.
O advogado dos Kercher não gostou das fotos das irmãs publicadas pela revista Gente. "Entendo que a família Knox tem o direito de dar entrevistas, mas existem outros locais onde elas poderiam ter sido fotografadas. Do lado de fora da prisão onde está Amanda teria sido melhor", disse Francesco Maresca.
DefesaAmanda e o ex-namorado negam envolvimento com a morte. Segundo afirmou a americana em seu depoimento, ela passou a noite do crime na casa do namorado e só voltou ao apartamento que dividia com Meredith na manhã seguinte. Ao chegar, disse que encontrou a porta da rua aberta e a do quarto da colega trancada. Além disso, Amanda teria percebido sangue seco na pia e no tapete do banheiro.
Ela afirmou que voltou à casa do namorado, a quem contou o que tinha acontecido e ligou para a polícia. Os dois só teriam retornado ao apartamento quando os investigadores já tinham chegado ao local.

Fonte: Terra

Postado por Pedrinho às 09:33 0 comentários